<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comments on: Nas nuvens</title>
	<atom:link href="http://arrifana.org/blog/2009/02/nas-nuvens/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://arrifana.org/blog/2009/02/nas-nuvens/</link>
	<description>Yet another relief valve</description>
	<lastBuildDate>Sat, 14 Aug 2010 11:28:56 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>By: Celso</title>
		<link>http://arrifana.org/blog/2009/02/nas-nuvens/comment-page-1/#comment-18985</link>
		<dc:creator>Celso</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 00:58:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrifana.org/blog/?p=408#comment-18985</guid>
		<description>&lt;a href=&quot;#comment-18984&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;@Manuel Lemos&lt;/a&gt; 

O modelo de negócio do SAPO é assumidamente o da publicidade, e temos de nos manter muito focados para não perdermos competitividade num mercado que ainda está a crescer, muito por via da transferência dos investimentos nos meios tradicionais para os novos, mas que vai estabilizar em breve. Dito isto, tirando algumas experiências de B2B que devemos fazer este ano, não está nos nossos planos de curto prazo vender serviços.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="#comment-18984" rel="nofollow">@Manuel Lemos</a> </p>
<p>O modelo de negócio do SAPO é assumidamente o da publicidade, e temos de nos manter muito focados para não perdermos competitividade num mercado que ainda está a crescer, muito por via da transferência dos investimentos nos meios tradicionais para os novos, mas que vai estabilizar em breve. Dito isto, tirando algumas experiências de B2B que devemos fazer este ano, não está nos nossos planos de curto prazo vender serviços.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Manuel Lemos</title>
		<link>http://arrifana.org/blog/2009/02/nas-nuvens/comment-page-1/#comment-18984</link>
		<dc:creator>Manuel Lemos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 00:52:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrifana.org/blog/?p=408#comment-18984</guid>
		<description>&lt;a href=&quot;#comment-18983&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;@Celso&lt;/a&gt; 
Desculpa lá, não fui muito claro na minha pergunta. Quando mencionei oferecer serviços de nuvem, não estou a falar de API de Web services gratuitas, mas sim de serviços pagos que geram lucros para a empresa.

É preciso não esquecer que obviamente o SAPO e todas as outros são empresas, não instituições de caridade. Logo por definição, uma empresa é uma instituição com fins lucrativos, e por isso toda a sua actividade deveria visar o lucro.

Nesse sentido, a Amazon parece ser a que mais tem os pés no chão. Não só foi pioneira em vender serviços na nuvem, como lucra bem com esses serviços. Para além disso são serviços bem pensados porque apesar de independentes, podem ser usados uns com os outros para que clientes implementem novas aplicações com o mínimo de latência dado que o servidores estão dentro da mesma nuvem.

Portanto, refazendo a minha questão &quot;será que o SAPO não tem em perspectiva oferecer serviços pagos  (ou Software As A Service se preferires) dentro da sua nuvem?&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="#comment-18983" rel="nofollow">@Celso</a><br />
Desculpa lá, não fui muito claro na minha pergunta. Quando mencionei oferecer serviços de nuvem, não estou a falar de API de Web services gratuitas, mas sim de serviços pagos que geram lucros para a empresa.</p>
<p>É preciso não esquecer que obviamente o SAPO e todas as outros são empresas, não instituições de caridade. Logo por definição, uma empresa é uma instituição com fins lucrativos, e por isso toda a sua actividade deveria visar o lucro.</p>
<p>Nesse sentido, a Amazon parece ser a que mais tem os pés no chão. Não só foi pioneira em vender serviços na nuvem, como lucra bem com esses serviços. Para além disso são serviços bem pensados porque apesar de independentes, podem ser usados uns com os outros para que clientes implementem novas aplicações com o mínimo de latência dado que o servidores estão dentro da mesma nuvem.</p>
<p>Portanto, refazendo a minha questão &#8220;será que o SAPO não tem em perspectiva oferecer serviços pagos  (ou Software As A Service se preferires) dentro da sua nuvem?&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Celso</title>
		<link>http://arrifana.org/blog/2009/02/nas-nuvens/comment-page-1/#comment-18983</link>
		<dc:creator>Celso</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Feb 2009 18:55:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrifana.org/blog/?p=408#comment-18983</guid>
		<description>&lt;a href=&quot;#comment-18982&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;@Manuel Lemos&lt;/a&gt; 

Não estou a desencorajar nada. Só estou a meter em perspectiva o hype todo dos últimos meses e a constatar que tudo o que constitui hoje a definição mais comum da &quot;Cloud&quot; já é tecnologia que anda por aí há uns anos. By the way, SOA quer dizer service oriented architecture.

As modas têm este problema, por um lado criam referências para darmos o próximo passo, mas por outro podem criar desinformação e levar as pessoas e as empresas a tomarem decisões erradas, o que me parece que começa a ser o caso, daí o post.

Quanto ao SAPO oferecer serviços na nuvem já o fazemos há bastante tempo, aonde tens andado? http://services.sapo.pt/ Ou se quiseres o modelo SaaS temos por exemplo: http://messenger.sapo.pt/im/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="#comment-18982" rel="nofollow">@Manuel Lemos</a> </p>
<p>Não estou a desencorajar nada. Só estou a meter em perspectiva o hype todo dos últimos meses e a constatar que tudo o que constitui hoje a definição mais comum da &#8220;Cloud&#8221; já é tecnologia que anda por aí há uns anos. By the way, SOA quer dizer service oriented architecture.</p>
<p>As modas têm este problema, por um lado criam referências para darmos o próximo passo, mas por outro podem criar desinformação e levar as pessoas e as empresas a tomarem decisões erradas, o que me parece que começa a ser o caso, daí o post.</p>
<p>Quanto ao SAPO oferecer serviços na nuvem já o fazemos há bastante tempo, aonde tens andado? <a href="http://services.sapo.pt/" rel="nofollow">http://services.sapo.pt/</a> Ou se quiseres o modelo SaaS temos por exemplo: <a href="http://messenger.sapo.pt/im/" rel="nofollow">http://messenger.sapo.pt/im/</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Manuel Lemos</title>
		<link>http://arrifana.org/blog/2009/02/nas-nuvens/comment-page-1/#comment-18982</link>
		<dc:creator>Manuel Lemos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Feb 2009 03:02:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrifana.org/blog/?p=408#comment-18982</guid>
		<description>Celso, não ficou muito claro onde querias chegar com este artigo. Não sei estás a encorajar ou desencorajar o uso de serviços dos fornecedores da dita &quot;Cloud&quot;.

Quanto a mim cada vez mais serão as ofertas de serviços na nuvem que irão viabilizar projectos, que de outra forma seriam comercialmente inviáveis, dado que iriam requerer investimentos brutais de quem quisesse criar esses projectos do zero.

O Jeff Bezos da Amazon farta-se de explicar isso. Ele usa uma metáfora que explica que é como se ele estivesse a gerar energia eléctrica para que quem precisa dela não tenha de construir mecanismos próprios para a criar. É para isso que serve o S3, EC2, Simple Queue, e o CloudFront  (CDN) que não mencionaste.

O Google propõe-se a ir mais longe, que é oferecer escalabilidade imediata, ou seja, não tens que ficar a configurar clusters para lidar com escalabilidade infinita. Pena que só suportem Python e não dão perspectiva se e quando vão suportar outras linguagens.

O Azure da Microsoft é mais uma cópia do que os outros estão a fazer. A Microsoft sim é que talvez não tenha grande perspectiva, a não ser copiar para não ficar fora desse mercado. Curiosamente, ao implementar tudo em .NET acabam por suportar indirectamente várias linguagens de uma vez só para além de C#, VBScript, PHP, Perl, Python, Ruby, etc., coisa que o Google App Engine não suporta.

Agora a oportunidade que vejo na nuvem, é que ao alojar sites e serviços na mesma infraestrutura, acaba-se por viabilizar o dito SOA (Software As a Service). Quero dizer que uma empresa pode disponibilizar serviços pagos a outras que estão na mesma nuvem sem os problemas de lentidão ou latência dos Web Services fornecidos por sites que estão em redes distintas.

Por exemplo, a Amazon tem o Simple Queue e o EC2. O Simple Queue pode ser usado para criar filas de trabalhos de grandes volumes de dados que ficam à espera de vez para serem processados. O EC2 pode alojar aplicações que vão consumir e processar os dados dos trabalhos nas filas do Simple Queue. Se ambos os serviços não estivessem na mesma rede, a transferência dos dados de um serviço para o outro ia atrasar muito o processamento, especialmente quando o volume de dados é grande.

Não sei se foi um bom exemplo, mas acho que deu para dar uma perspectiva da importância de estar tudo na mesma nuvem.

Há uma teoria a circular que alega que o Google apenas comprou o YouTube para forçar os ISP a aumentar a oferta e baixar os preços de banda larga. Assim a latência de acesso ao Google Apps deixaria de ser um problema de adopção por parte dos clientes potenciais da versão paga. Mas pronto, é apenas uma teoria.

Agora a pergunta que te ia fazer, se é que podes responder, é que me ao parecer que estás a desdenhar a nuvem, será que isso quer dizer que o SAPO não tem em perspectiva oferecer serviços de nuvem?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Celso, não ficou muito claro onde querias chegar com este artigo. Não sei estás a encorajar ou desencorajar o uso de serviços dos fornecedores da dita &#8220;Cloud&#8221;.</p>
<p>Quanto a mim cada vez mais serão as ofertas de serviços na nuvem que irão viabilizar projectos, que de outra forma seriam comercialmente inviáveis, dado que iriam requerer investimentos brutais de quem quisesse criar esses projectos do zero.</p>
<p>O Jeff Bezos da Amazon farta-se de explicar isso. Ele usa uma metáfora que explica que é como se ele estivesse a gerar energia eléctrica para que quem precisa dela não tenha de construir mecanismos próprios para a criar. É para isso que serve o S3, EC2, Simple Queue, e o CloudFront  (CDN) que não mencionaste.</p>
<p>O Google propõe-se a ir mais longe, que é oferecer escalabilidade imediata, ou seja, não tens que ficar a configurar clusters para lidar com escalabilidade infinita. Pena que só suportem Python e não dão perspectiva se e quando vão suportar outras linguagens.</p>
<p>O Azure da Microsoft é mais uma cópia do que os outros estão a fazer. A Microsoft sim é que talvez não tenha grande perspectiva, a não ser copiar para não ficar fora desse mercado. Curiosamente, ao implementar tudo em .NET acabam por suportar indirectamente várias linguagens de uma vez só para além de C#, VBScript, PHP, Perl, Python, Ruby, etc., coisa que o Google App Engine não suporta.</p>
<p>Agora a oportunidade que vejo na nuvem, é que ao alojar sites e serviços na mesma infraestrutura, acaba-se por viabilizar o dito SOA (Software As a Service). Quero dizer que uma empresa pode disponibilizar serviços pagos a outras que estão na mesma nuvem sem os problemas de lentidão ou latência dos Web Services fornecidos por sites que estão em redes distintas.</p>
<p>Por exemplo, a Amazon tem o Simple Queue e o EC2. O Simple Queue pode ser usado para criar filas de trabalhos de grandes volumes de dados que ficam à espera de vez para serem processados. O EC2 pode alojar aplicações que vão consumir e processar os dados dos trabalhos nas filas do Simple Queue. Se ambos os serviços não estivessem na mesma rede, a transferência dos dados de um serviço para o outro ia atrasar muito o processamento, especialmente quando o volume de dados é grande.</p>
<p>Não sei se foi um bom exemplo, mas acho que deu para dar uma perspectiva da importância de estar tudo na mesma nuvem.</p>
<p>Há uma teoria a circular que alega que o Google apenas comprou o YouTube para forçar os ISP a aumentar a oferta e baixar os preços de banda larga. Assim a latência de acesso ao Google Apps deixaria de ser um problema de adopção por parte dos clientes potenciais da versão paga. Mas pronto, é apenas uma teoria.</p>
<p>Agora a pergunta que te ia fazer, se é que podes responder, é que me ao parecer que estás a desdenhar a nuvem, será que isso quer dizer que o SAPO não tem em perspectiva oferecer serviços de nuvem?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Carlos Martins</title>
		<link>http://arrifana.org/blog/2009/02/nas-nuvens/comment-page-1/#comment-18975</link>
		<dc:creator>Carlos Martins</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Feb 2009 15:55:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://arrifana.org/blog/?p=408#comment-18975</guid>
		<description>Nos próximos tempo vai ser o mesmo &quot;folclore&quot; tal como o se gerou com o Ajax.
Eu bem dizia a toda a gente: &quot;ó meus amigos! isto já existe há N, é simplesmente o xmlhttprequest&quot;... mas o poder do &quot;mediatismo&quot; era imparável.
E com o &quot;cloud&quot; irá ser a mesma coisa, sendo a única solução esperar que as pessoes estejam mais informadas e não se deixem ir em cantigas (mas, quanto a isso não ponho a mão no fogo.)

E por muito que eu seja apologista do &quot;cloud&quot;, e dos serviços web - é preciso estar preparado para não desesperar no dia (que invitavelmente acontecerá, mais cedo ou mais tarde) em que, por erro humano ou não, as pessoas deixarem de ter acesso aos seus dados/serviços na web.
(Tal como o recente apocalipse no mag.nol.ia, ou o &quot;erro&quot; no google que marcou todos os sites como perigosos.)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nos próximos tempo vai ser o mesmo &#8220;folclore&#8221; tal como o se gerou com o Ajax.<br />
Eu bem dizia a toda a gente: &#8220;ó meus amigos! isto já existe há N, é simplesmente o xmlhttprequest&#8221;&#8230; mas o poder do &#8220;mediatismo&#8221; era imparável.<br />
E com o &#8220;cloud&#8221; irá ser a mesma coisa, sendo a única solução esperar que as pessoes estejam mais informadas e não se deixem ir em cantigas (mas, quanto a isso não ponho a mão no fogo.)</p>
<p>E por muito que eu seja apologista do &#8220;cloud&#8221;, e dos serviços web &#8211; é preciso estar preparado para não desesperar no dia (que invitavelmente acontecerá, mais cedo ou mais tarde) em que, por erro humano ou não, as pessoas deixarem de ter acesso aos seus dados/serviços na web.<br />
(Tal como o recente apocalipse no mag.nol.ia, ou o &#8220;erro&#8221; no google que marcou todos os sites como perigosos.)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
