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	<title>Celso Martinho &#187; Tech stuff</title>
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	<description>Yet another relief valve</description>
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		<title>Vuvuzelas, serviço público</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 15:35:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Celso Martinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portuguese]]></category>
		<category><![CDATA[Tech stuff]]></category>

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		<description><![CDATA[In automatically translated English.
As Vuvuzelas, para quem gosta de um bom jogo de futebol, foram provavelmente a pior ideia deste Mundial de Futebol. É impressionante o quão irritante e ensurdecedor aquele barulho consegue ser não só para quem está lá mas também também para os telespectadores. E aparentemente, a julgar pelos inúmeros movimentos anti-vuvuzela que se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://arrifana.org/blog/wp-content/uploads/2010/06/meocontrolo.png"><img class="alignright size-full wp-image-521" title="meocontrolo" src="http://arrifana.org/blog/wp-content/uploads/2010/06/meocontrolo.png" alt="" width="114" height="256" /></a>In automatically <a href=" http://3d8s.sl.pt">translated English</a>.</p>
<p>As <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vuvuzela">Vuvuzelas</a>, para quem gosta de um bom jogo de futebol, foram provavelmente a pior ideia deste Mundial de Futebol. É impressionante o quão irritante e ensurdecedor aquele barulho consegue ser não só para quem está lá mas também também para os telespectadores. E aparentemente, a julgar pelos inúmeros movimentos anti-vuvuzela que se vêem pelo mundo fora, online e offline, não sou eu que sou esquisito.</p>
<p>Ontem, do nada e numa reunião de trabalho sobre temas não relacionados, num piscar de olhos nasceu uma ideia brilhante: e que tal no Meo ter uma opção para desligar a porcaria das Vuvuzelas?</p>
<p>No dia anterior tínhamos partilhado no SAPO uns <em><a href="http://twitter.com/celso/status/16139055699">tweets</a></em> sobre uns filtros de som quase perfeitos que retiram por inteiro o barulho constante das ditas cornetas mas que não estragam o resto, parecia magia. A realidade é que o tal barulho ensurdecedor é uma frequência perfeitamente bem definida a oscilar nos 233 Hertz e mais três harmónicas com 466, 932 e 1.864 Hertz. Um equalizador analógico doméstico só por si, bem afinado, já consegue eliminar grande parte do barulho, mas um filtro digital é melhor ainda.</p>
<p><a href="http://arrifana.org/blog/wp-content/uploads/2010/06/screenmeo.png"><img class="alignleft size-full wp-image-523" style="margin-right: 5px;" title="screenmeo" src="http://arrifana.org/blog/wp-content/uploads/2010/06/screenmeo.png" alt="" width="265" height="108" /></a>O Meo suporta já há algum tempo canais múltiplos de som por canal. Esta funcionalidade é usada, por exemplo, em canais que nos são fornecidos em mais do que um idioma (ie: Português e Inglês). Basta carregar no botão assinalado na imagem em cima para ter acesso ao menu dos idiomas falados.</p>
<p>Assim sendo, o que é que fizemos? Montámos em tempo recorde uma <a href="http://yfrog.com/868rsj">solução</a> baseada em software e hardware para filtrar as frequências específicas, articulamos-nos internamente com as equipas todas da PT e do Meo, até ao headend em Monsanto aonde passámos uma boa parte da manhã a montar e a testar tudo  e &#8220;tau&#8221;, cá está meus caros amigos e clientes do Meo, a partir de amanhã nos canais da RTP e da SIC podem confortavelmente carregar no botão do vosso controlo remoto, escolher o canal de audio &#8220;Sem vuvuzelas&#8221; e remover por completo o barulho ensurdecedor das malditas cornetas, parece magia. Como é óbvio funcionará tanto nos jogos que serão transmitidos em directo como nas repetições.</p>
<p>Se isto não é serviço público?</p>
<p>Esperamos que gostem. Passem a palavra.</p>
<p><strong>UPDATE:</strong> Sim, funciona no Meo Satélite. Sim, funciona na RTP HD mas só a partir de 3ª feira da semana que vem porque neste caso específico, por causa de um detalhe chato, dependemos da chegada a Portugal de um equipamento específico. Na RTP normal é já amanhã.</p>
<p><strong>UPDATE 2:</strong> Está no post mas reforço, a funcionalidade aparecerá nos menus <strong>amanhã</strong>, 5ª feira.</p>
<p><strong>UPDATE 3:</strong> <a href="http://www.meo.pt/Extras/Noticias/Pages/MundialsemVuvuzelas.aspx">Página oficial no site do Meo</a>, com as explicações todas de utilização do serviço.</p>
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		<title>Spacebits</title>
		<link>http://arrifana.org/blog/2010/05/spacebits/</link>
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		<pubDate>Sun, 23 May 2010 22:55:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Celso Martinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portuguese]]></category>
		<category><![CDATA[Tech stuff]]></category>

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		<description><![CDATA[Não deve ser novidade para ninguém que eu e mais 3 amigos estamos a ultimar um projecto em Portugal para o lançamento de um balão de alta altitude na estratosfera.
Bastou ver o primeiro projecto amador deste tipo na Web há uns meses atrás para me dar o click e meter nesta cabeça que haveria de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não deve ser novidade para ninguém que eu e mais 3 amigos estamos a ultimar um projecto em Portugal para o lançamento de um balão de alta altitude na estratosfera.</p>
<p>Bastou ver o primeiro projecto amador deste tipo na Web há uns meses atrás para me dar o <em>click</em> e meter nesta cabeça que haveria de fazer o mesmo por estas bandas.</p>
<p>No <a href="http://codebits.eu/">Codebits 2009</a> os astros alinharam-se, conheci pessoas tão obcecadas pela ideia como eu,  e fez-se a equipa: Eu, o Filipe Varela, o Filipe Valpereiro e o Fernando Afonso <a href="http://spacebits.eu/multimedia">não temos parado</a> desde então.</p>
<p><img src="http://spacebits.eu/uploads/castro26.jpg" alt="Spacebits team" /></p>
<p>O balão é lançado no dia 30 de Maio, já no próximo fim de semana, em Castro Verde. A aventura deve durar cerca de 2 horas até a sonda chegar aos 30.000 metros de altitude e depois cair. O evento pode ser acompanhado lá ou <a href="http://spacebits.eu/live">pela Internet</a> em tempo real.</p>
<p>Para mais informação é consultar o <a href="http://spacebits.eu/">site do projecto</a>, que está um mimo.</p>
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		<title>Uma década, 10 coisas que desapareceram</title>
		<link>http://arrifana.org/blog/2010/01/um-decada-10-coisas-que-desapareceram/</link>
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		<pubDate>Sat, 02 Jan 2010 01:01:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Celso Martinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tech stuff]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho o arquivo de E-mail bem organizado desde o ano 2000, são já 44Gbytes, antes disso infelizmente tenho pouco, ou porque o perdi ou porque está disperso. Este é um exercício que me parece saudável e interessante de fazer no dia 1 de Janeiro de 2010. Baseando-me apenas na minha INBOX e na minha actividade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho o arquivo de E-mail bem organizado desde o ano 2000, são já 44Gbytes, antes disso infelizmente tenho pouco, ou porque o perdi ou porque está disperso. Este é um exercício que me parece saudável e interessante de fazer no dia 1 de Janeiro de 2010. Baseando-me apenas na minha INBOX e na minha actividade em 2000, qual era a realidade da Internet há exactamente uma década em 10 pontos?</p>
<p>1. O SAPO, na altura a dar os primeiros passos como Portal era ainda visto como o grande motor de pesquisa nacional em Portugal e fez em &#8216;99 um acordo com o Google para o fornecimento de resultados de pesquisas na Web, um dos primeiros no mundo, numa altura em que Sergey e Larry eram perfeitos desconhecidos e ninguém dava nada pelo novo projecto de garagem de Stanford, muito antes do IPO em 2004, quando o &#8220;Don&#8217;t be evil&#8221; ainda tinha um significado genuíno e quando o nosso interlocutor &#8220;vivia&#8221; no centro da engenharia da então pequena empresa e trocávamos emails sobre &#8220;null pointers&#8221; e funções de C. Poucas pessoas se recordarão do agora gigante, nesta altura. Hoje já não somos parceiros, a nossa relação terminou há um par de anos, e ainda é cedo para falar disto, mas foi uma viagem interessante e a perspectiva que ganhámos deu-nos muita sabedoria.</p>
<p>2. O tráfego de acesso por ISPs ao Portal incluía nomes como Telepac, Netc, Esotérica, Teleweb, IP Global e Oni. O Dialup era rei e 56Kbit/s era a velocidade de ferrari dos modems. O advento da massificação da Banda Larga, do Cabo e do ADSL viria apenas uns 2 anos mais tarde. Os utilizadores toleravam tempos de carregamento das páginas superiores a 10 segundos. Não havia Bittorrents ou protocolos de peer to peer. Vídeo embedded numa página Web era um luxo que a maior parte dos utilizadores não conseguiria sequer ver. Não havia FLV nem um player de Flash instalado em cada computador e o Netscape Navigator ainda tinha <a href="http://www.thecounter.com/stats/2000/January/browser.php">20% de browser share</a>. </p>
<p>3. Receber emails com &#8220;attachs&#8221; uuencoded inline, sem MIME, (lembram-se do &#8220;begin 600&#8243; ?) era ainda perfeitamente natural. A incompatibilidade entre &#8220;clients&#8221; de E-Mail era uma dura realidade sem uma luz ao fundo do túnel, tal como era um sarilho todo o tema dos charsets e UTF8. Não conseguir abrir um attach, ler um E-mail com os caracteres todos atrofiados ou sem acentos era o pão nosso de cada dia. O meu client de E-mail da altura era o Mutt 0.93.2i, um dos melhores da altura para o nerd como eu. Uma rápida análise ao header X-Mailer do arquivo desse ano mostra outros programas como Pegasus Mail, Outlook Express 4, XFMail, Balsa, Lotus Notes, KMail 1.1, Mozilla Mail (O Thunderbird só chegaria em 2003). Um dos gestores de listas mais usados da altura era o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Majordomo_(software)">Majordomo</a></p>
<p>4. Havia uma empresa chamada Milenar que era basicamente o spammer nacional, perdão, líder de soluções de e-Marketing, numa altura em que a legislação sobre troca de mensagens, respeito pela privacidade online e o opt-out eram apenas miragens de uma Internet que viria. Apesar de tudo o Spam era um fenómeno recente e ainda não era visto como um grande problema, tanto que uma grande parte dos &#8220;relays&#8221; de Mail estavam abertos por omissão e as RBLs ou softwares de Anti-spam praticamente não existiam, para os utilizadores mais experientes o tema resolvia-se com filtros.</p>
<p>5. A Dígito era o Website de tecnologia em Portugal por excelência (<a href="http://27xg.sl.pt">archive.org</a>) e o Gildot fazia as delícias dos geeks veteranos de hoje com uma fórmula de sucesso que oscilava entre a informação hard-core, um certo elitismo, um certo culto, uma certa irreverência e muita má língua. O mail.pt era das principais plataformas de E-mail em Portugal, projecto que tive o prazer de lançar com uma série de amigos uns anos antes, e do qual me acabei por afastar. O Cusco (<a href="http://web.archive.org/web/20000229210942/http://www.cusco.pt/">archive.org</a>) era ainda um motor de busca alternativo em Portugal. </p>
<p>6. A <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dreamcast">Dreamcast</a> era a consola do momento e entrou a matar em Portugal, e preparava uma comunidade de gaming online, via Dialup, chamada <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dreamarena">Dreamarena</a> que nunca vingou, nem o serviço nem o hardware, a Playstation 2 matou o sonho uns meses mais tarde. O portátil da moda era, por exemplo, um <a href="http://www.pcpro.co.uk/reviews/laptops/1270/toshiba-portege-3110ct">Toshiba Portege 3110</a> e um desktop era, por exemplo também, um <a href="http://27ya.sl.pt">HP Vectra VEi8 P650</a> com um disco de 8.4GB e 64MB de RAM. E um servidor frontend de topo era um Compaq DL360. O meu ambiente de trabalho no desktop era Linux, Debian, Gnome, X11 e Sawfish e trocavam-se configurações XF86Config entre colegas na esperança de conseguir fazer o driver X funcionar em pleno com o hardware Y, triste.</p>
<p>7. Javascript era uma coisa obscura, até mesmo meio detestada pelos puristas da Web e dos standards, uma espécie de fita-cola utilizada pelos Webdesigners para fazer botões com duas posições ou menus dinâmicos, algo a abater. Ainda mais era erradamente conotada como o Java, o que provocava ainda mais anticorpos. Definitivamente ainda estávamos longe do XHR e do Ajax, ou de antever que se tornaria no grande motor da Web dinâmica e da Internet moderna, possivelmente até mais do que isso.</p>
<p>8. WAP era a tecnologia quente do momento no móvel. Rios e rios de dinheiro e tempo se gastaram em lentos e retrógrados portais WAP que ninguém usava, nem então nem nunca. Já se falava muito em dados móveis (GPRS) e em serviços e conteúdos &#8220;killer&#8221; para esta plataforma. Em 2000 terá sido talvez o primeiro ano em que se disse &#8220;este vai ser o ano do móvel!&#8221;, afirmação que se repetiu ano após ano, até 2009. Ridículo pois todos sabem que em 2010 é que o móvel vai explodir.</p>
<p>9. Começou a praga dos POP-UPs na publicidade (mais uma razão para odiar Javascript nessa altura). Usabilidade para a Web era um conceito completamente desconhecido para a vasta maioria dos projectos existentes. Criaram-se definições para banners como Skyscrapper, Leaderboard ou Intersticial. Apareceu o IAB para meter algumas normas e regras no negócio. O Yahoo! era inquestionavelmente o líder da Internet no mundo com um modelo de negócio vencedor baseado em publicidade gráfica e com receitas que cresciam exponencialmente, ano após ano. Não existia publicidade contextualizada nem Adwords.</p>
<p>10. Não havia Web 2.0 nem social networks na Internet, não com a definição que conhecemos hoje. Não havia Hi5, Facebook ou Twitter. Mal havia Instant Messaging, dizia-se que ia ser o &#8220;the next big thing&#8221; e que iria substituir o E-Mail, e o SAPO instalou o seu primeiro servidor de Jabber. O IRC e a PTNet que ajudei a montar quando ainda estava na UA ainda existiam como forma relevante de comunicação em grupo mas já não era a ferramenta que os novos utilizadores da Internet usavam, já era uma comunidade desligada da realidade, quase <em>underground</em>. Os Forums Web e os WebChats ganhavam alguma expressão. Salvo <a href="http://www.macacos.com/2009/03/30/dez-anos-a-macacar/">raras excepções</a>, praticamente não existiam Blogs, perdão Web logs, haviam sim Homepages pessoais.</p>
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		<title>Codebits 2009</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 22:44:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Celso Martinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tech stuff]]></category>
		<category><![CDATA[codebits]]></category>
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		<description><![CDATA[Acabou.
O fim do Codebits é sempre, ano após ano, um misto de satisfação e tristeza. Satisfação porque correu muito bem e porque nos orgulhamos de ter proporcionado três dias inesquecíveis aos participantes do evento, mas também tristeza porque o que é bom não devia acabar assim tão bruscamente, parece que morreu alguém. Este evento provoca-nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://arrifana.org/blog/wp-content/uploads/2009/12/out.jpg" style="float:right;margin-left:10px;margin-bottom:10px;">Acabou.</p>
<p>O fim do Codebits é sempre, ano após ano, um misto de satisfação e tristeza. Satisfação porque correu muito bem e porque nos orgulhamos de ter proporcionado três dias inesquecíveis aos participantes do evento, mas também tristeza porque o que é bom não devia acabar assim tão bruscamente, parece que morreu alguém. Este evento provoca-nos a todos uma espécie de distúrbio bipolar a oscilar entre a hiperactividade criativa e satisfação extrema, e uma quase depressão nostálgica que é estranha, porque só acabou ontem mas parece que foi há mais tempo, porque já temos saudades.</p>
<p>Este ano, por factores diversos, não tivemos a habitual cobertura televisiva do Codebits contudo dei uma série de entrevistas a revistas e jornais. E uma após a outra a questão repetia-se: &#8220;Então e quais são as novidades para o Codebits deste ano?&#8221;. E eu lá preparei a cassete que serviu o propósito com apenas pequenas variantes, conforme a ocasião. Mas a realidade é que é mesmo difícil explicar a não-geeks o quão bom e interessante o Codebits foi. Como é que se explica ao público em geral que 650 nerds da Internet e arredores com a criatividade incendiada, 3 dias reunidos num museu histórico cheio de oradores de luxo a falarem de tudo um pouco dentro dos grandes temas da tecnologia e da Internet, com muita programação, Arduinos, electrónica, impressoras 3D, máquinas de jogos, televisões 3D, mindstorms, quizes, concertos de música, açúcar, cafeína e pizza, muita largura de banda e eu sei lá que mais, é mil vezes melhor do que a <a href="http://23xk.sl.pt">Feira de Inventos de Chaves</a> ? Não se explica, vive-se.</p>
<p>Informaram-me este ano que nos festivais de música ao terceiro ano é que é. Eu não diria tanto em relação ao Codebits mas tenho a certeza de que esta foi a melhor edição de todas. O espaço revelou-se fantástico (embora algo frio, admito), a maior parte dos pontos menos positivos das edições anteriores foram corrigidos, a qualidade dos oradores e dos participantes aumentou, a logística funcionou bem, os parceiros foram 5 estrelas e o ambiente, de uma forma geral, foi muito positivo. Mas se eu tivesse que reduzir o Codebits 2009 a uma única palavra seria &#8220;diversidade&#8221;. Diversidade porque entre <a href="http://codebits.eu/s/calendar">40 palestras ou &#8220;workshops&#8221;</a> tivemos todo o tipo de temas ligados à tecnologia: sociais, electrónica e robôs, programação, mobile, web, recrutamento, arte, encriptação, e até &#8220;lockpicking&#8221; ou yoga. Acho que o queríamos fazer, na fundo, era criar um conjunto de conteúdos que pusesse o pessoal a pensar fora da caixa. Será que conseguimos?</p>
<p>Em relação ao uso do Inglês, só uma palavra para os críticos. Eu e toda a organização estamos-nos a borrifar, para não usar uma palavra mais forte, para a língua em que os oradores, participantes ou convidados falam no evento. E não me venham com a conversa do patriotismo porque é insultuoso, se há na Internet um projecto Português e para Portugueses e que se orgulha disso é o SAPO. No entanto o Codebits é sobre tecnologia, Internet e talento e, embora o evento seja dirigido a Portugueses, as barreiras geográficas e linguísticas não fazem nenhum sentido neste contexto. Juntaram-se a nós, entre oradores e participantes mais de 50 pessoas que não falam a nossa língua e viram-nos e ouviram-nos ao vivo outras tantas, é apenas uma questão de respeito e é prática comum em eventos deste tipo se fale Inglês ou Bilingue para que todos nos possamos entender uns aos outros. Eu respeito que ainda assim hajam pessoas que discordam mas daí até ter que ler coisas tão absurdas chamarem-nos de &#8220;tacanhos&#8221; ou aos jovens que participaram de &#8220;gerações inúteis&#8221; ou &#8220;anti-patriotas&#8221; vai uma grande distância. Para esses, os que não sabem discordar sem insultar, e que normalmente até são os mais iletrados ou frustados de todos, os meus ouvidos são surdos e o meu desprezo absoluto.</p>
<p><img src="http://arrifana.org/blog/wp-content/uploads/2009/12/office.jpg" style="float:right;margin-left:10px;margin-bottom:10px;">E como quase tudo já foi dito pelos blogs ou redes sociais vou acabar o post com algumas curiosidades dos bastidores, aquilo que se sabe menos sobre o Codebits. A foto do lado direito mostra o luxuoso escritório que nos serviu de apoio ao evento, atrás da tela do palco principal.</p>
<p>O Codebits demora quase 6 meses a organizar e é um trabalho de largas dezenas de pessoas, equipas do SAPO, Universidades, PT Comunicações, PT Inovação, da Hipnose e dos imensos parceiros que temos e que nos ajudam. Começa com um conceito e com um orçamento para o ano corrente e com uma apresentação à comissão executiva da PT, para aprovação. Depois tem altos e baixos até ao dia do evento sendo que os últimos 2 meses são absolutamente alucinantes (e stressantes, bom stress no entanto). Ele é o fornecedor de comida que ainda não temos, os bilhetes de avião que nunca mais são emitidos, as licenças da câmara que ainda não chegaram, o orçamento que está a estoirar, os prémios que não existem, o calendário que ainda não está fechado, os projectos SAPO para o Codebits que ainda não estão preparados, o parecer do departamento jurídico que ainda não chegou, eu sei lá, um caos. No fim, na última semana, como por milagre, tudo se compõe, e a coisa acontece.</p>
<p>A comida é um pesadelo. Não julguem que somos obcecados por Pizza (na realidade há uma pessoa que se senta perto de mim que é, mas isso é outra história). Não julguem também que não lemos o feedback dos participantes. Infelizmente não podemos ter qualquer tipo de comida num sítio como aquele em que realizamos o evento. Há questões relacionadas com a higiene, logística e de qualidade que os fornecedores não podem ignorar e é mesmo difícil arranjar alternativas que funcionem e que não inflacionem os custos para valores incomportáveis. É por exemplo impossível ter &#8220;hamburgers&#8221; no Codebits porque não os podemos cozinhar lá, e porque não há fornecedor que os transporte. Por outro lado também não podemos vender comida no Codebits porque isso exige uma licença específica que não temos.</p>
<p>Há muitas pessoas invisíveis no Codebits e que merecem reconhecimento. O Miguel da Hipnose é uma dessas pessoas, é um verdadeiro geek das visualizações e dos gráficos. Foi ele que fez aquele efeito no ecrã do palco grande e foi também ele que construiu aquela pilha de cubos na entrada com os avatares dos participantes projectados nas faces dos cubos a partir de dois ângulos diferentes e que é uma obra de arte pois envolve programação, projecção e engenharia de imagem, calibragem  e muito jeito, tudo menos simples. E também foi ele que fez aquele carrossel nos Prémios SAPO no Campo Pequeno, para quem lá esteve, já agora. O Alexandre é outro amigo do Codebits que não me canso de mencionar. Ele é uma espécie de Mr. Wolf do Pulp Fiction, um &#8220;problem solver&#8221;, só que melhor, porque para além muito eficiente é extremamente prestável e cordial. É uma daquelas raras e valiosas pessoas que quando diz &#8220;não te preocupes, eu trato disso&#8221;, trata mesmo e é um descanso. Além disso é ele que por iniciativa própria nos traz castanhas assadas ou pastéis de Belém, e isso é de valor.</p>
<p>A Comsom tem sido, desde a primeira edição, o nosso parceiro no que diz respeito a filmagens e transmissão para a Internet e para o Meo. Este ano aperfeiçoámos ainda mais o processo. As filmagens ficaram impecáveis, com muita qualidade e com uns planos do caraças, especialmente no palco principal. Mais, muitos dos vídeos das &#8220;talks&#8221; entraram online na ficha do orador em poucas horas graças ao método ultra-eficiente combinado entre o Carlos Casimiro e o João Sil, que consistia em passar as streams de mpeg2 numa &#8220;pen&#8221; e em fazer o upload imediato para o SAPO Vídeos, o que nos valeu o elogio de muitas pessoas que não puderam vir ao Codebits. O som também ficou com muita qualidade, aprendemos muito nas últimas edições. Para ano só falta uma coisa: tapar os receptores de infra-vermelhos dos gravadores de DVD nos palcos pequenos ou deixar de convidar o Mitch e os seus TV-B-Gones.</p>
<p><img src="http://arrifana.org/blog/wp-content/uploads/2009/12/rick.jpg" style="float:right;margin-left:10px;margin-bottom:10px;">O José Castro. Nota para ti queres organizar um evento: arranja um companheiro na organização que te complemente naquilo aonde tu és mais fraco e não o contrário. Eu sou desorganizado por natureza, fervo com alguma facilidade e sou um optimista. O Castro é <strong>estupidamente</strong> organizado e faz check-lists detalhadas de todas as tarefas e do estado das mesmas, é assustadoramente calmo mas ao mesmo tempo pensa em tudo o que pode correr mal. Por algum motivo é ele quem conduz as entrevistas de emprego no SAPO. Caro, tu foste grande! E por falar nisso, a foto do lado direito é a do Rick Roll colectivo que tivemos a lata de fazer aos nossos participantes, épico.</p>
<p>E agora há o rescaldo. Já estamos com o questionário de satisfação online, vamos ainda lançar um sistema de classificação de cada talk/workshop, vamos fazer várias reuniões com a equipa, vamos produzir um documento interno de conclusões, vamos ler tudo o que se disse na imprensa e/ou nos blogs e redes sociais, vamos convidar muitas equipas a virem falar connosco ao SAPO, não necessariamente aquelas que ganharam, vamos agradecer a todos os parceiros e oradores de forma personalizada e vamos recolher todas as apresentações para colocar online, assim só de memória.</p>
<p><img src="http://arrifana.org/blog/wp-content/uploads/2009/12/photo.jpg" style="float:right;margin-left:10px;margin-bottom:10px;">A foto do lado direito é de um jantar de <b>carne</b> (da boa) que alguns membros da organização fizeram logo a seguir à entrega dos prémios no Sábado. Nesse dia, e no espaço de cerca de 3 horas a Hipnose e outros parceiros desmontaram e limparam toda a Cordoaria Nacional e entregaram as chaves como se nada tivesse acontecido lá. Fizeram desaparecer em tempo recorde aquilo que demorou meio ano a organizar e mais de uma semana a montar. Impressionante.</p>
<p>Foi bom, muito bom. Quando a normalidade se torna banal e a excepcionalidade parece normal, isso quer dizer uma coisa, que a fasquia subiu muito. Missão cumprida.</p>
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		<title>data.gov, dados e Portugal</title>
		<link>http://arrifana.org/blog/2009/05/datagov-dados-e-portugal/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2009 20:59:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Celso Martinho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Impressiona-me como é que os organismos públicos e os seus representantes gastam tanta energia com a discussão, com a análise, com o debate político no fundo em vez de canalizarem esses recursos todos, essa vitalidade, para a execução. Hoje com 36 anos eu já entendo, com alguma dificuldade é certo, que a política é menos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Impressiona-me como é que os organismos públicos e os seus representantes gastam tanta energia com a discussão, com a análise, com o debate político no fundo em vez de canalizarem esses recursos todos, essa vitalidade, para a execução. Hoje com 36 anos eu já entendo, com alguma dificuldade é certo, que a política é menos um programa de computador e mais um jogo de poker. Há analistas em excesso e executivos em défice. Em Portugal ser político é assim mais ou menos como se um jogador de futebol tivesse a obrigação profissional de comentar os seus próprios jogos para além de maximizar o seu rendimento físico para marcar golos.</p>
<p>Quando não há objectividade não há transparência, por muito que se advogue. E todos sabem que os Portugueses gostam de objectividade: é por isso que quando não há factos, se inventam. A falta de factos resulta numa discussão sem fim entre os que estão no poder, os que estão contra o poder, os jornalistas e os outros agentes, incluindo o povo sempre ávido (não sei bem pelo quê, mas antes isso do que impávido), tudo numa grande taça de maionese. Os desafiantes apanham as coisas pela rama e derivam, e os defesas munem-se com o que podem e teorizam se os factos não forem suficientes, não é que alguém vá verificar de qualquer maneira, o que interessa é discutir.</p>
<p>Após largos meses depois do anúncio eis que chega o dia em que o <a href="http://www.data.gov/">data.gov é lançado</a>, com pouca coisa é certo mas já dá para ter uma ideia de como vai ser a organização. Infelizmente parece que a concretização passou por um directório de ficheiros e páginas que depois estão alojados em outros sites do governo ao invés de tentarem centralizar os dados e fazerem alguma normalização dos formatos. Os puristas dirão que é assim que deve ser, eu pessoalmente acho que esta abordagem penaliza a utilização directa dos dados e a qualidade do serviço e vai fazer da tarefa de monitorização e manutenção um pesadelo interessante.</p>
<p>Dito isto, esta pode ser uma das medidas mais importantes que a nova administração do governo dos US concretizou até hoje. É com certeza a que mais interesse me despertou, não só porque me considero um &#8221;sucker for data&#8221;, a matéria prima dum hacker mas também e acima de tudo porque sofro de uma clareza anormal em relação à grandiosidade desta iniciativa. É claro como a água para mim que um dos factores que mais desacredita qualquer instituição pública é a falta de transparência, mais do que os erros que cometem ou as políticas que não concretizaram ou do que a má imprensa ou opinião pública lhes fazem.</p>
<p>O lançamento do data.gov é também uma boa notícia para Portugal e para o resto do mundo. É que outra coisa que eu aprendi é que o mimetismo na política funciona, especialmente quando o outro lado é o Obama. Agora todos os jornais e todas as televisões vão falar do data.gov, <a href="http://www.gov2summit.com/">vão-se fazer conferências</a> sobre a iniciativa, vão emergir da multidão os especialistas e vão acontecer coisas, coisas importantes, e essas coisas vão-se tornar <em>mainstream</em> e criar consciência. Em breve estarão reunidas as condições para que outros governos &#8220;compreendam&#8221; que o proteccionismo dos dados que deviam ser públicos e acessíveis por definição é uma falácia que a médio prazo os prejudica muito mais do que os beneficia.</p>
<p>Antes do data.gov ser lançado apanhei uma <a href="http://www.sunlightlabs.com/blog/2009/04/23/should-datagov-visualize-probably-not/">discussão</a> interessante num blog sobre se o governo devia ou não, para além de disponibilizar os dados, trabalhar na visualização dos mesmos, isto é, dar-lhes forma, correlaciona-los e apresenta-los de uma forma simples e compreensível para o comum cidadão. Eu digo NÃO, não façam isso por favor. E invoco os dois motivos deste post: 1. A interpretação cabe às pessoas e à colectividade, que farão quase sempre um melhor trabalho do que o governo. 2. Interpretarmos o que produzimos, a não ser que seja para consumo próprio para nos guiarmos, é um sinal de fraqueza e prejudica a transparência. Uma má interpretação pode matar uma boa ideia.</p>
<p>Uma pequena radiografia do que vejo em Portugal:</p>
<ul>
<li>Temos dados que deviam estar públicos e acessíveis mas não estão (podem até ser públicos por lei mas o difícil acesso torna-os na prática inexistentes).</li>
<li>Temos alguns acessíveis e bem (embora dispersos)</li>
<li>Temos os que estão deliberadamente indisponíveis, às vezes camuflados por visualizações e interpretações parciais dos mesmos.</li>
<li>Temos por fim os que estão disponíveis mas são inúteis porque não estão estruturados.</li>
</ul>
<p>E agora podia dar alguns exemplos que todos conhecemos e que caracterizam bem a nossa realidade mas ia tornar este post pouco construtivo e de críticos e comentadores já o País está cheio e farto. Prefiro ser construtivo, quero acreditar o facto de estarmos mal representa uma oportunidade em vez de um problema, e se for preciso arregaço as mangas aviso já, estou disposto a isso. A matéria prima existe, só é preciso cavar, limpar, esculpir e expor. O potencial é enorme.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O SAPO com Cartão do Cidadão e OpenID</title>
		<link>http://arrifana.org/blog/2009/05/o-sapo-com-cartao-do-cidadao-e-openid/</link>
		<comments>http://arrifana.org/blog/2009/05/o-sapo-com-cartao-do-cidadao-e-openid/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 May 2009 09:59:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Celso Martinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tech stuff]]></category>
		<category><![CDATA[carta cidadao]]></category>
		<category><![CDATA[identity]]></category>
		<category><![CDATA[openid]]></category>

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		<description><![CDATA[Cá está:
&#8220;Implementámos o login com cartão do cidadão fazendo uso do que já havíamos preparado por forma a aceitar certificados. Foi apenas dar o passo adicional e aí está. Login e/ou registo de utilizadores via Cartão do Cidadão.&#8221;
&#8220;OpenID. Este era o passo óbvio depois de lançarmos o OpenID provider. Agora é possível fazer login ou registo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cá está:</p>
<p>&#8220;Implementámos o login com cartão do cidadão fazendo uso do que já havíamos preparado por forma a aceitar certificados. Foi apenas dar o passo adicional e aí está. Login e/ou registo de utilizadores via Cartão do Cidadão.&#8221;</p>
<p>&#8220;OpenID. Este era o passo óbvio depois de lançarmos o OpenID provider. Agora é possível fazer login ou registo usando qualquer OpenID.&#8221;</p>
<p>Ler o resto no <a href="http://identity.blogs.sapo.pt/1924.html">Blog Gestão de Identidades SAPO</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Stats Facebook em .pt</title>
		<link>http://arrifana.org/blog/2009/04/stats-facebook-em-pt/</link>
		<comments>http://arrifana.org/blog/2009/04/stats-facebook-em-pt/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2009 23:49:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Celso Martinho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tech stuff]]></category>
		<category><![CDATA[api]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[php]]></category>
		<category><![CDATA[script]]></category>
		<category><![CDATA[stats]]></category>

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		<description><![CDATA[Inadvertidamente descobri uma pequena API do Facebook, utilizada no wizard de estimativas de publicidade do serviço que permite fazer todo o tipo de queries demográficos à base de dados de utilizadores do Facebook. Decidi queimar 1 hora e fazer um script para extrair os dados. Eis as estatísticas para Portugal:
Total Portuguese users: 188500
Total male users: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Inadvertidamente descobri uma pequena API do Facebook, utilizada no wizard de estimativas de publicidade do serviço que permite fazer todo o tipo de queries demográficos à base de dados de utilizadores do Facebook. Decidi queimar 1 hora e fazer um script para extrair os dados. Eis as estatísticas para Portugal:</p>
<p>Total Portuguese users: 188500<br />
Total male users: 88000<br />
Total female users: 95900<br />
Total users from 0-20y: 27380<br />
Total users from 21-30y: 89160<br />
Total users from 31-40y: 49760<br />
Total users with +41y: 24120<br />
Total male users interested in males: 560<br />
Total female users interested in females: 2740</p>
<p><strong>Update</strong>, e já agora as mesmas stats para Espanha:</p>
<p>Total Spain users: 4457480<br />
Total male users: 1966680<br />
Total female users: 2390600<br />
Total users from 0-20y: 672140<br />
Total users from 21-30y: 2032400<br />
Total users from 31-40y: 1264840<br />
Total with +41y: 454620<br />
Total male users interested in males: 19760<br />
Total female users interested in females: 132320</p>
<p>Script em PHP para correrem as vossas stats <a href="http://dl-client.getdropbox.com/u/61512/facestats.php">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Suporte a clientes à maneira!</title>
		<link>http://arrifana.org/blog/2009/04/suporte-a-clientes-a-maneira/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 23:01:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Celso Martinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portuguese]]></category>
		<category><![CDATA[Tech stuff]]></category>
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		<category><![CDATA[suporte]]></category>
		<category><![CDATA[telepac]]></category>
		<category><![CDATA[tmn]]></category>
		<category><![CDATA[wiki]]></category>

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		<description><![CDATA[Se há algo que cerca de 9 anos de &#8220;contexto&#8221; PT e mais uns poucos a armar-me em empreendedor me ensinaram é que a parte mais difícil de qualquer grande negócio de serviços para o consumidor  é o suporte aos nossos clientes. Lidar eficazmente com problemas e com pessoas, ou melhor, com pessoas com problemas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-459" style="border: 1px solid black;" title="wikicare" src="http://arrifana.org/blog/wp-content/uploads/2009/04/wikicare.png" alt="wikicare" width="187" height="87" />Se há algo que cerca de 9 anos de &#8220;contexto&#8221; PT e mais uns poucos a armar-me em empreendedor me ensinaram é que a parte mais difícil de qualquer grande negócio de serviços para o consumidor  é o suporte aos nossos clientes. Lidar eficazmente com problemas e com pessoas, ou melhor, com pessoas com problemas é um desafio e peras.</p>
<p>Se há equipas que eu respeito são aquelas que se matam por um melhor atendimento e por um melhor suporte aos nossos clientes ou utilizadores. Depois do produto, a nossa ajuda e o nosso apoio são sem sombra para dúvida o segundo factor mais distintivo que podemos ter nos nossos serviços, para o bem e para o mal.</p>
<p>Tudo isto parece óbvio mas do falar ao fazer vai uma grande distância. E é por isso que sinto algum orgulho quando finalmente vejo o projecto Wikicare aberto ao público em geral. É relativamente fácil hoje em dia para uma empresa de telecomunicações perceber que as ferramentas da Internet podem ajudar no relacionamento com os seus clientes mas é substancialmente mais difícil conseguir entender de caras o ecosistema da partilha de informação, e perder o medo da exposição e da crítica pública em prol da transparência e da vontade sincera de prestar um melhor serviço e de apostar na informação.</p>
<p>O <a href="http://wiki.telecom.pt/">Wikicare</a> e o <a href="http://wiki.tmn.pt/">Wikicare TMN</a> são dois projectos em que o SAPO participou, são bases de conhecimento do apoio a clientes do ADSL, Meo e TMN, transformadas numa <em>Wiki</em> e que portanto, para além da consulta e da pesquisa podem ser enriquecidas com o feedback e os cometários dos próprios clientes de uma forma colaborativa. &#8220;Think&#8221; wikipedia aplicada ao suporte. Mas o que na minha opinião realmente faz a diferença, porque se trata de atitude mais do que tecnologia,  é que a organização teve a coragem de abrir o repositório ao mundo. A partir desta semana os Wikicares podem não só ser consultados pelos nossos clientes mas também pelo público em geral e sabe sempre bem mostrar ao mundo (e à concorrência já agora) o que de melhor se faz cá dentro, sem vergonha, mesmo admitindo que pode ser melhorado.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Kindle 2 &amp; eBook readers</title>
		<link>http://arrifana.org/blog/2009/03/kindle-2-ebook-readers/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 00:40:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Celso Martinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portuguese]]></category>
		<category><![CDATA[Tech stuff]]></category>
		<category><![CDATA[ebooks]]></category>
		<category><![CDATA[kindle]]></category>

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		<description><![CDATA[Sou proprietário de um Kindle 2 há umas semanas, desde que vim da ETech.
Desde então tenho-o utilizado com alguma frequência, aquela que consigo, mostrei-o a algumas pessoas e tornei-te mais interessado por todo o tema do eBook reading. As pessoas têm-me feito perguntas, se gosto, se é bom, ou qual é o nexo disso, entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-453" title="kindle-2jpg" src="http://arrifana.org/blog/wp-content/uploads/2009/03/kindle-2jpg.jpeg" alt="kindle-2jpg" width="200" height="200" />Sou proprietário de um <a href="http://www.amazon.com/Kindle-Amazons-Wireless-Reading-Generation/dp/B00154JDAI/ref=dp_ob_title_def">Kindle 2</a> há umas semanas, desde que vim da ETech.</p>
<p>Desde então tenho-o utilizado com alguma frequência, aquela que consigo, mostrei-o a algumas pessoas e tornei-te mais interessado por todo o tema do <em>eBook reading</em>. As pessoas têm-me feito perguntas, se gosto, se é bom, ou qual é o nexo disso, entre outras. Este é um pequeno post que resume 3 semanas de incursão neste universo.</p>
<p>Em primeiro lugar devo dizer que quando começaram a aparecer os<em> eBook readers</em> eu posicionei-me orgulhosamente no perfil de ultra-céptico. Não pelos nobres (mas irrelevantes, para mim) motivos que estão a imaginar, ou porque o cheiro dos livros e tacto das folhas são insubstituíveis, ou porque as prateleiras do escritório querem-se cheias, não, fiquei de pé atrás porque sempre duvidei que a tecnologia actual pudesse substituir a comodidade e a qualidade de um livro em papel, somente. <strong>Comodidade</strong> pelo acesso rápido e mobilidade dos conteúdos que quero e <strong>qualidade</strong> porque não quero lixar os olhos enquanto leio, horas a fio.</p>
<p>No entanto a coisa começou a despertar-me algum interesse quando comecei a ler <em>reviews</em> extremamente positivas do Kindle e quando um ou outro amigo decidiu comprar um <em>eBook reader</em>. E com o lançamento do Kindle 2 a coincidir com uma visita minha aos US, adicionem-lhe o factor <em>geek</em>, e lá decidir comprar um.</p>
<p>E estou maravilhado e rendido. Não vou fazer uma <em>review</em> do Kindle, <a href="http://news.cnet.com/amazon-kindle-2-a-full-review/">há</a> muitas na web, vou só dizer isto:</p>
<p>- Os ecrãs de <a href="http://www.eink.com/technology/howitworks.html">eink</a> (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Electronic_paper">wikipedia</a>) são de facto muito bons e funcionam tal e qual como são anunciados, isto é, não reflectem e são opacos, são muito nítidos. têm muita resolução, e quanto mais luz lhes incidir melhor é, incluindo a luz solar. E nem  me venham falar da tecnologia LCD, como é boa etc, porque não há comparação possível. Hoje estive umas 2 horas a ler ao sol e acabei não pelo cansaço dos olhos mas porque estava um calor do caraças.</p>
<p>- O peso e o tamanho. &#8220;<em>Just about right&#8221;</em>, é do tamanho de um livro normal, mais fino e pesa aproximadamente o mesmo.</p>
<p>- O Kindle é proprietário e relativamente fechado e deve ser visto como um instrumento estratégico da Amazon cujo modelo de negócio não é vender <em>eBook readers</em> mas sim vender livros e fechar o círculo do <em>markeplace</em>. Quem procura um reader aberto, cheio de features, <em>opensource</em> com <em>ssh</em> e <em>apt-get</em> então que dê uma vista de olhos nas alternativas, começam a haver muitas. Aliás, surgem modelos novos de fabricantes novos quase todas as semanas, eu diria que estamos a assistir a uma avalanche deste tipo de aparelhos. Dito isto, o DRM da Amazon não me podia incomodar menos.</p>
<p>- Para além dos livros da Amazon, é possível colocar outros eBooks, livres, no Kindle. O que já me incomoda um bocado é que o formato PDFs não é suportado nativamente e tem que ser convertido primeiro por um serviço da Amazon, perdendo uma série de características no que diz respeito a paginação e elementos gráficos.</p>
<p>- Actualmente o Kindle só se vende nos EUA, não é possível comprar um Kindle em Portugal nem é (teoricamente) possível usufruir do serviço da Amazon em mais nenhum País. Os motivos não os conheço, só adivinho que estão relacionados com o time-to-market, direitos de autor, e contratos com operadores móveis.</p>
<p>- A experiencia de abrir um Kindle nos US é fenomenal. Primeiro a embalagem é <em>Apple-grade</em>, depois já vem com a bateria carregada pronto a utilizar, e já traz um livro, uma carta personalizada do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jeff_Bezos">Jeff Bezos</a> &#8220;Dear Celso, Kindle is an entirely new type of device&#8230;&#8221; diz. O Kindle está permanentemente ligado à rede EVDO da Sprint (Whispernet) mas o utilizador não tem qualquer relação com a Sprint, faz tudo parte do pacote. Isto significa que podemos compar livros no <em>browser</em> do próprio aparelho e estar a lê-los numa questão de minutos, no meio da praia, ou podemos enviar um livro do PC para o Kindle sem ligar um cabo, e ele auto-magicamente aparece lá. Ou podemos comprar uma assinatura do <a href="http://www.amazon.com/The-New-York-Times/dp/B000GFK7L6/ref=pd_bbs_sr_1?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1238374454&amp;sr=8-1">New York Times</a> e sabemos que as novas edições simplesmente estão no Kindle no momento em que são lançadas. <strong>Comodidade</strong>.</p>
<p>E mais não digo. O Kindle passou a andar comigo na mochila do laptop em permanência. Termino só uma pequena lista de factos para os mais curiosos:</p>
<p>- Não é possível comprar um Kindle fora dos US mas é possível, uma vez nos US, comprar um Kindle na Amazon com um cartão Europeu e pedir para ser entrega na morada aonde ficarmos. Foi o que fiz. Chegou em 24h ao Hotel aonde estava hospedado.</p>
<p>- Não é possível comprar livros na Amazon com um cartão de crédito que não seja emitido nos US. Eles validam a origem do cartão e levamos com um big &#8220;no no&#8221; no <em>site</em>. <strong>No entanto</strong>, há uma ou duas formas engenhosas de dar a volta ao tema e nenhuma delas passa por precisas de um número de segurança social americano (hint). Depois de comprar o livro ele (o ficheiro) fica disponível para download na área de cliente. Os livros em formato digital são substancialmente mais baratos do que a versão impressa. O <a href="http://www.amazon.com/Outliers-Story-Success-Malcolm-Gladwell/dp/0316017922/ref=pd_bbs_sr_1?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1238376672&amp;sr=8-1">Outliers</a> custa $15.35 em papel e $9.99 para o Kindle (com a entrega <em>wireless</em>, nos US).</p>
<p>- A componente wireless do Kindle não funciona fora dos US. Em Portugal não há nenhum operador com EVDO, e mesmo que houvesse também não funcionaria porque a Whispernet só existe na Sprint e com a Amazon, nem sequer há um SIM card. Quer isto dizer que estamos agarrados ao PC e ao conector USB. Dito isto, é tudo bastante linear, o Kindle liga-se como uma drive externa, é só despejar os livros (comprados ou livres) lá dentro e voilá.</p>
<p>- A autonomia do bicho é de muitos dias, por dois motivos, primeiro porque graças ao eink a única coisa que gasta energia para além do sistema operativo é a mudança de página, segundo porque tenho o <em>wireless</em> desligado.</p>
<p>- A conversão de PDFs ou documentos Word para o formato Kindle é um serviço gratuito da Amazon e é feito por E-mail. O que se diz na web e que custa $.10US por documento é versão que é entregue <em>wirelessly</em> directamente. Em Portugal não faz sentido. Há também uma série de aplicações <em>desktop</em> para fazerem a conversão de PDFs para um dos formatos suportados.</p>
<p>- Há já uma comunidade considerável de utilizadores <em>geeks</em> de Kindle. O firmware já foi <a href="http://blog.fsck.com/">aberto</a>, é um Linux com <a href="http://www.busybox.net/">busybox</a>. É uma questão de tempo até surgirem hacks à séria, eu espero ansiosamente pelo leitor nativo de PDFs.</p>
<p>- O forum de referência para o universo do eBook reading é o <a href="http://www.mobileread.com/forums/">MobileRead</a>.</p>
<p>Mais dúvidas, vamos para os comentários.</p>
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		<title>VoIP ADSL SAPO/Telepac/Meo &amp; Macs</title>
		<link>http://arrifana.org/blog/2009/03/voip-adsl-sapotelepacmeo-macs/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 23:22:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Celso Martinho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tech stuff]]></category>
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		<description><![CDATA[Há já algum tempo que os clientes ADSL da PT são &#8220;brindados&#8221; com um número VoIP (ou numeração 30, se preferirem).
Na configuração mais típica o cliente tem tudo configurado no router em casa e só tem que ligar o velho telefone analógio na parte de trás para usufruir do novo número.
Para os mais internautas o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-443" style="border: 1px solid black;" title="voip1" src="http://arrifana.org/blog/wp-content/uploads/2009/03/voip1.png" alt="voip1" width="260" height="110" />Há já algum tempo que os clientes ADSL da PT são &#8220;brindados&#8221; com um número VoIP (ou numeração 30, se preferirem).</p>
<p>Na configuração mais típica o cliente tem tudo configurado no <em>router</em> em casa e só tem que ligar o velho telefone analógio na parte de trás para usufruir do novo número.</p>
<p>Para os mais internautas o SAPO oferece aos utilizadores de <em>windows</em> um cliente de messaging que agrega IM e VoIP na mesma aplicação e aonde também podem utilizar o serviço no PC, é o <a href="http://messenger.sapo.pt">SAPO Messenger</a>.</p>
<p>Para os <em>geeks</em> que gostam de sofrer e de experimentar umas coisas é possível utilizar um client de VoIP genérico com o nosso serviço, só precisam de saber alguns dados primeiro e basta fazer uma pesquisa para perceber quais são. A aplicação mais popular e mais completa (eu diria <em>overkill</em>) é o <a href="http://www.counterpath.com/x-lite.html">X-Lite</a> (gratuita e multi-plataforma).</p>
<p>Mas para Mac não havia realmente nada que me satisfizesse, nada que fosse realmente OSX-<em>grade</em>. O X-Lite é uma aberração em termos de peso e interface e as alternativas fazem tudo menos o que me interessa mais, simplesmente chamadas de voz. Há umas semanas atrás o <a href="http://poingg.com/">Eduardo</a> chamou-me à atenção de um pequeno projecto chamado <a href="http://code.google.com/p/telephone/">telephone</a> que nasceu no Google code. Brilhante, um client de VoIP para Mac, minimalista, feito em Objective-C e Cocoa e que integra com o ambiente OSX, nomeadamente com o Address Book.</p>
<p>Infelizmente na altura, depois de muito tentarmos não foi possível colocar a aplicação a funcionar com o nosso serviço. Mas recentemente surgiu um <em>update</em> e <em>voilá</em>. Este <strong>é o client de VoIP</strong> para Mac, ponto final. Aqui ficam os passos para o configurarem com o vosso número 30:</p>
<p>Vão às <em>Prefs</em>, depois às <em>Accounts</em> e adicionem uma conta nova, no <em>Full Name</em> metam o vosso nome (tanto faz), no SIP Address metam <strong>+35130xxxxxxx@voip.sapo.pt</strong> (subtituam pelo vosso número, e se forem clientes Telepac substituam sapo por telepac), no<em> Registry Server</em> metam <strong>voip.sapo.pt</strong>, no <em>User Name</em> <strong>+35130xxxxxxx</strong> e finalmente escrevam a vossa <em>password</em>, não toquem na tab <em>Advanced</em>, não é preciso. Activem o <em>Use this account.</em></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-444 aligncenter" style="border: 1px solid black;" title="voip2" src="http://arrifana.org/blog/wp-content/uploads/2009/03/voip2.png" alt="voip2" width="508" height="405" /></p>
<p style="text-align: left;">Depois, na janela principal vão à tab <em>Network</em>. Activem o <em>Use ICE</em>, usem o <em>Outbound Proxy </em><strong>proxy.voip.sapo.pt</strong> e o <em>Port</em> é o <strong>5070</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-445 aligncenter" style="border: 1px solid black;" title="voip3" src="http://arrifana.org/blog/wp-content/uploads/2009/03/voip3.png" alt="voip3" width="508" height="328" /></p>
<p style="text-align: left;">That&#8217;s it. Tudo pronto para fazer e receber chamadas com o vosso novo número 30.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>UPDATE:</strong> Se tiverem problemas tentem desligar o suporte ICE na tab Network.</p>
]]></content:encoded>
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